JollyRoger 80´s

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quarta-feira, 29 de julho de 2020

Descriminalizar a pedofilia? O funk e suas novinhas.




A Esquerda não têm um projeto de lei que tenta descriminalizar a pedofilia, como afirmou o Presidente Jair Bolsonaro, mas a partir do momento que uma considerável parcela apoia, inclusive por meio de acadêmicos de humanas, o funk e demais manifestações culturais que de alguma forma, incentivam a hiperssexualização de crianças e pré-adolescentes, ela está (in)diretamente incentivando a sexualização precoce de crianças e os atos de pedofilia. Sejam eles cometidos por pedófilos ou abusadores ocasionais.
Praticamente a maior parte dos artistas de música pop no Brasil só vendem sexo, bebedeira e ostentação financeira. Os jornais de fofoca produzem diariamente matérias ressaltando corpos, uso de roupas sensuais etc de "artistas". Os funks só falam sobre as "novinhas" e onde e como "elas vão sentar".

A Esquerda defende tudo isso, pois "é a cultura do povo". Nas redes sociais, as divas empoderadas estão frequentemente seminuas ou se empoleirando em poses sexuais. No cenário internacional, a música pop e o Hip Hop já são chamados há um bom tempo e por várias pessoas de "Pop Porn".

Quero deixar claro que não sou contra a sexualidade, sensualidade, erotismo, nem que tudo isso não possa estar presente em manifestações artísticas. O problema é quanto tudo vira apenas pornografia e é consumida naturalmente por crianças desde muito cedo. E sempre aparece algum defensor da Esquerda pra chamar atenção dizendo sobre os perigos das generalizações, "porque não existe apenas uma esquerda", etc...

Eu sou contra generalizações, mas como essas pessoas adoram estatísticas, eu ainda não vi um número substancial de pessoas identificadas com o progressismo criticando metade dos problemas que ressaltei. Pelo contrário, defendem com unhas e dentes a "cultura legítima do povo", usando as formas de expressão desses grupos, eles costumam"passar pano" . Na medida em que, qualquer crítica ao funk e seus discursos questionáveis é visto como "racismo", "preconceito".

Nessa semana, o rapper Emicida, em uma entrevista no programa Roda Viva, afirmou que o Rap fala sobre o crime, sobre a vida em comunidades, mas não exalta esse tipo de vida. Obviamente, que o Rap ganhou notoriedade por seu caráter de denúncia e contestação social, mas negar a quantidade de "músicos" que fazem apologia ao crime, ao uso de drogas e a sexualização de jovens é uma atitude ridícula.





BONUS TRACKS:

Bolsonaro diz que esquerda busca meios de descriminalizar a pedofilia





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