Kai Patterson é um diretor e editor de filmes que fez uma nova montagem da série "Obi-Wan Kenobi" e a transformou em um filme de 2h30m de duração! O artista afirmou que, na sua opinião, a série da Disney tem problemas de ritmo, roteiro e direção, que poderiam ser facilmente consertados na edição. Por mais que eu goste das obras originais, é fato que já assisti ótimas versões editadas por fãs.
Vocês podem assistir ou baixar a versão editada na página:
Breves Considerações: Mesmo sendo o mais fraco da trilogia original, Alien 3 é o filme que talvez tenha a cena mais famosa da série: A do alien frente a frente com a Ripley. Uma das ideias de roteiro desse Alien 3 era que se passasse em um planeta com uma instalação toda de madeira com visual medieval.
Com um grupo de pessoas que rejeitava a tecnologia e eram muito religiosos.
O alien deveria surgir de um boi e teria chifres como um demônio.
Bem, eu gosto da trilogia porque os filmes não se repetem. Existe também uma segunda versão do alien 3. Com cenas inéditas e algumas melhorias nos efeitos visuais. E novas versões de algumas cenas. A da morte da Ripley ficou infinitamente melhor na edição especial.
E realmente essa escolha dos realizadores em matar os dois sobreviventes do alien 2 foi realmente decepcionante. Mas considero esse 3° um filme bacana. Ripley continua uma ótima personagem, com visual ousado pra época. Existia um plano de fazerem novos filmes do alien continuando de onde o segundo parou. Iria ter o retorno do personagem do Michael Bien. Era uma ideia do diretor do distrito 9, acho
Mas aí o Ridley Scott se empolgou e decidiu assumir tudo. E fez o prometheus...
Naquela época, raramente as franquias passavam do terceiro filme. Mesmo que este fizesse sucesso. E depois de toda a ação do segundo filme, talvez o público esperasse uma aventura em escala ainda maior.
E ocorreu nesse terceiro episódio o retorno à uma história de suspense, claustrofóbica e com a morte da personagem.
Que conto interessante e relevante! Com certeza foi uma das inspirações para o Michael Crichton compor a intrincada trama de Jurassic Park. Como se não bastasse a originalidade da história, que trazia os dinossauros de volta à vida por meio da genética e apresentar personagens ótimos como o matemático Ian Malcolm (brilhantemente interpretado por Jeff Goldblum) especialista na Teoria do Caos e o paleontólogo Alan Grant, o livro aborda questões importantes como genética, a já citada teoria do caos e bioética. Ou seja, os limites éticos necessários para atuação do homem nas ciências e na tecnologia.
Ótima análise! Corpo Fechado é o melhor filme do Shyamalan. Me incomodava esta obra não ter a atenção que merecia, por isso fiquei muito animado quando Fragmentado, além de ter sido um ótimo filme, se revelou uma continuação do Corpo Fechado (entendo esse título, mas prefiro o original, Unbreakable!). A sequência em que David Dunn finalmente aceita sua condição, vai até a estação testar seus poderes de percepção e começa a descobrir os crimes é pura catarse. Um filme belíssimo e emocionante. A saga cinematográfica de Shyamalan começou me lembrando da do Tarantino, pois ambos surgiram com ótimos filmes que chamaram a atenção do público e da crítica. E conseguiram se superar no segundo filme. Tarantino com Cães de aluguel e Pulp Fiction e Shyamalan com O sexto sentido e Corpo Fechado.
Minha breve crítica: Eu gosto muito do Planeta dos Macacos do Tim Burton. O filme tem a identidade visual burtoniana, mas não tem necessariamente a vibe Tim Burton. Acho que foi interessante ele tentar sair um pouco do próprio estilo. O maior problema desse filme foi o protagonista. O Mark Whalberg é um ator ruim, seu personagem não tem carisma algum e se limita a ficar de boca aberta o filme inteiro. O grande destaque vai para o Tim Roth com seu super vilão, o chimpanzé General Thade.
A crítica social é bacana, assim como as similaridades entre a sociedade humana e simia. Os efeitos visuais práticos, a maquiagem sem CGI e a trilha-sonora de Danny Elfman estão todos ótimos. A grande batalha entre macacos e humanos no final é alucinante. Porém, os realizadores optaram em criar uma revelação final nos moldes do flme original, mas acabaram surpreendendo o público de maneira negativa.
Dica imperdível para fãs de 007 e obras de espionagem no geral! O Podcast Quintessencial Bond é feito por e para Bondmaníacos! Os episódios saem quinzenalmente e às quintas-feiras.
Espero que quando o mundo acabar, existam homens dispostos a fazer sacrifícios para restaurar nosso modo de vida e garantir a sobrevivência da raça humana. Mesmo que em um primeiro momento não sejam compreendidos por causa de certos preconceitos estéticos de uma sociedade decadente.
A
fantástica arte de Dan Jurgens! O roteirista e desenhista é
provavelmente o artista que trabalha há mais tempo com o Superman! Desde
os anos 80 na fase clássica do grande John Byrne, o Jurgens já estava
lá! Com
o passar dos anos seu traço melhorou consideravelmente e ele se tornou
um dos mais importantes argumentistas do Homem de Aço! Foi responsável
por arcos como A Morte e o Retorno do Superman, Zero Hora e outras
centenas de histórias.
Dan Jurgens também é o criador do Gladiador Dourado, que nos últimos anos protagonizou tramas muito interessantes pautadas em viagens temporais. O artista também já desenhou o Asa Noturna e personagens da Marvel como Homem -Aranha e Thor.
A trilha-sonora do clássico distópico Mad Max foi composta por Brian May! Mas não o guitarrista do QUEEN! Na verdade, nosso Brian da Terra Devastada foi um compositor australiano que infelizmente já nos deixou, Parabéns pelo grande trabalho, Brian!
"As Guerras do Futuro, ou Guerras Intergalácticas, são um tema bastante presente na ficção científica. Mas você sabia que muita vezes elas fazem parte de um subgênero próprio? A Ficção Científica Militarista engloba histórias sobre guerras, soldados e combates para explorar as relações humanas e fazer críticas à nossa sociedade.
Com histórias como Tropas Estelares e Soldado Universal, esse subgênero da ficção científica nasceu antes da Primeira Guerra Mundial e evoluiu até hoje para incorporar as mudanças que aconteceram no mundo e trazerem diferentes maneiras de olharmos para esses conflitos.
Enquanto esse gênero é grandioso na literatura, no vídeo de hoje vamos conhecer ou relembrar alguns dos filmes que fizeram sucesso na sétima arte ao explorar as guerras da ficção científica. "
"Tropas Estelares é um dos mais importantes livros da história da ficção científica, responsável por colocar o nome de Robert Heinlein na história do gênero. Heinlein é considerado o pai da Ficção Científica Militarista e um dos mais importantes autores da história, com Tropas Estelares sendo uma de suas melhores obras.
Mas também temos Tropas Estelares de 1997, um clássico da ação que é também um dos filmes mais inteligentes de sua década, escondendo uma das mais poderosas sátiras já feitas no cinema em várias camadas de explosões, insetos gigantes e muita ação.
Conheça o livro que deu origem a tudo isso e como a versão de Verhoeven transformou a escrita de Heinlein e uma obra-prima da ironia"