JollyRoger 80´s para as Massas

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quarta-feira, 29 de junho de 2011

domingo, 26 de junho de 2011

Druuna



Minha primeira ilustração decente e indecente de Druuna, personagem criada pelo mestre italiano Paolo Eleuteri Serpieri. De acordo com o artista, Druuna foi inspirada na mulher brasileira. Reitero que a fonte de inspiração de Serpieri foi UM dos tipos de mulher brasileira! Afinal, tendo em vista que vivemos em vários Brasis possuímos várias mulheres.


*Clique na imagem para vê-la em escala maior e se masturbe com mais eficiência!
Essa dica foi útil?

Celulite




Tenho Tesão em singelas estrias e celulites. Não digo que tenho preferência por mulheres que as possuam ou que estas são mais ou menos bonitas, mas sim, que ao contemplar uma coxa ou quadril onde elas estejam presentes me percebo imerso em uma série de pensamentos, na medida que meu corpo é percorrido por sensações muito interessantes. Imagino todas as reações químicas extraordinárias fruto dessa guerra de hormônios em ebulição constante que acabam por causar as transformações em seus corpos.

Sendo um aficcionado por montagens e efeitos de photoshop em fotografias vai parecer paradoxal quando afirmo que Não tenho atração por pessoas photoshopeadas. A ilusão não me fascina em certo sentido. Detesto essa busca desenfreada pelo anti-natural.

Uma mulher real é sim, apaixonante. Sentadas no ônibus com seus fones de ouvido, rabo de cavalo e calça jeans colada. Procurando seus livrinhos de vampiros nas livrarias nos shoppings da cidade, com seus óculos, espinhas e maquiagens pretensamente personalizadas. Passeando rebolando suas bundinhas salientes, tomando guaraná natural e usando all-star cano longo. Indo para o trabalho com visual executivo prendendo seu salto alto nas pedras portuguesas.

Quando elas caminham apressadamente pelo centro da cidade vislumbro na parte de trás da coxa aquelas singelas... seriam gordurinhas? Bem discretas. Dando leves tremidinhas. Não há como não gostar da mulher real.

E da casa para o trabalho, do trabalho para casa cruzamos com milhares de deusas anônimas mais gostosas que qualquer anoréxica milionária das passarelas e do cinema. E nenhuma mortal de fascínio real acredita quando isso lhe é revelado. Triste sina de todos nós, formiguinhas, de não enxergar coisas óbvias.






Mais em:

Apropriação


Me aproprio...


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existo, rabisco, insisto!



Clico!

Top Secret - Super Confidencial


“As pessoas mudam, os cortes de cabelo mudam, as taxas de Over Night flutuam...”


Essa frase é uma de muitas tiradas absurdas do fantástico filme "TOP SECRET" do famoso trio ZAZ (os roteiristas e diretores David Zucker, Jim Abrahams, Jerry Zucker). Trata-se de uma extraordinária (palavra difícil de ser usada) comédia (gênero difícil de ser produzido) nonsense de 1984.

Se Deus ou algum tipo de Justiça sob os céus existissem ambos saberiam como Odeio sinopses, mas vamos lá: Nick Rivers (Val Kilmer) é um cantor americano (ou norte-americano. Estadunidense!) que vai até a pacata Alemanha Nazista para participar de um show. 

Só que, na verdade, o evento serve como pano de fundo para manobras sórdidas dos nazistas contra os Aliados. No processo, Rivers se apaixona por Hillary Flammond (Lucy Gutteridge), que teve seu pai (Michael Gough), um renomado cientista sequestrado pelos alemães.

Chegando na França ocupada, Nick e Hillary juntam-se à Resistência Francesa. Esta tem dentre seus membros mais brilhantes o francês otimista "Deja Vu" e um combatente negro chamado Musse de Chocolate. Mas uma surpresa do destino abala as pretensões de Nick.

O líder da Resistência é nada mais nada menos que Nigel (loiro, atlético e com visual estilo príncipe valente), o primeiro amor de Hillary que passou toda a infância e adolescência com ela em numa Ilha Deserta (paródia ao filme Lagoa Azul), até ser resgatado por revolucionários soviéticos.

Uma das cenas mais engraçadas é a do rebelde francês Déja Vu aconselhando Nicky. Após um discurso de como se deve encarar as adversidades da vida de uma maneira madura o mesmo se joga pela janela após espirrar nas mãos!



O filme abusa das referências. Obviamente se tornará mais divertido se você entendê-las. O que considero praticamente inviável para o público atual. O trio de diretores foi responsável pelas melhores comédias norte-americanas nos anos 80 e 90. Como "Apertem os cintos, o piloto sumiu" (Airplane), "Corra que a polícia vem aí" (The Naked Gun), "Top Gang" (Hot Shots!).

Uma época em que o politicamente incorreto reinava absoluto no mundo e que as adaptações de títulos de filmes no Brasil andavam de mãos dadas com a coerência.







Um detalhe curioso é que Val Kilmer e Michael Gough voltaram a trabalhar juntos no ano de 1995 em outra comédia de sucesso. Em "Batman Forever", moderninha versão  do personagem para os cinemas dirigida pelo carnavalesco Joel Schumacher, eles interpretaram Bruce Wayne/Batman e Alfred, o mordomo prodígio, respectivamente.




segunda-feira, 6 de junho de 2011

Casa Própria (Teacher´s House)






Professor consegue finalmente comprar sua casa própria.






Era uma postagem muito engraçada não tinha vírgula não tinha nada...
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